Sobre novos – e surpreendentes – ciclos

Escreve, apaga. Escreve, apaga. Escreve, apaga.
É assim que sempre começo um texto – hoje não foi diferente.
Eu perdi as palavras – num bom sentido, fiquei orgulhosa de mim.
Gente, sabe o último post (de 12 de maio de 2015)? Nada daquilo é real mais, mas prestem atenção especificamente ao final daquele texto. Sabe aquele final? EU CONSEGUI! Sim, eu cheguei onde eu queria e fui além!
Pensei em apagar todos os posts e começar do zero – com a nova eu, rs. – mas essa Fernanda precisou existir para eu estar aqui, e a deixo de incentivo.
Eu estou tão impressionada que minhas palavras saíram flutuando por ai e tudo que eu consigo é ter finiquitos de “autofelicidade” – palavra que inventei para o sentimento de felicidade por si mesmo.
Então, deixo aqui meu muito obrigada aos que me motivaram a voltar a escrever – e de certa forma reviver essas histórias – deixo também um poeminha de minha autoria, que acredito ser a expressão exata de uma das minhas mudanças.

Gosto do gosto de te ter sem te prender
Gosto que venha exatamente como é
Gosto que fique por querer

Fique a vontade
Eu sou tua casa
A porta está aberta
Quando quiser ir, vá
Quando quiser voltar, volte

É engraçado
Foi quando amei a liberdade
Que te amei de verdade

É engraçado
Ele entra e sai
Vai e voa

Ele sempre volta

Talvez seja essa a graça de ser sem pertencer
E é por isso que gosto tanto de te ter sem te prender

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s